segunda-feira, 19 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Acampar em Lisboa
Ontem, dia 8, foi o primeiro dia em que acordei na minha nova casa. A minha nova casa... Mais me valia compreender de uma vez que a minha casa anda sempre comigo, e não se confunde com as paredes, os chãos e os tectos que me abrigam aqui ou acolá.
Azinhaga da Torrinha, número 9, porta 4, Lisboa.
Parece que estou no meio de uma aldeia estranha... É difícil de descrever isto aqui. Estou na capital, mas à minha frente, fora da janela, tenho uma figueira a ganhar folhas e lá ao longe, no vale, bandos de pombas a exercitar as asas. Mais ao fundo um cenário de campos desertos alterna com amontoados de prédios altos. Muito estranho...
A casa é um T2 ou, como se diz por aqui, tem três assoalhadas: dois quartos e uma sala. O problema é que não tem livro de instruções e eu ainda não descobri qual das três assoalhadas é a sala!... Assim não tenho maneira de saber onde pôr os móveis!... Não tem jeito nenhum!
Que seja poiso de coisas boas! Estaindes todos convidados para isso!
:)
E foi assim que a vida deu uma volta
A carta e os conselhos de um braseiro
O campo por onde eu andava à solta
Agora está no fundo de um estaleiro
...
quarta-feira, 31 de março de 2010
Faça sol ou faça book...
Parece que a minha vida se vai desintegrar! Alguma coisa muito má deve estar a caminho... ou já deve ter chegado, para eu ter tomado a decisão de eliminar a minha conta no facebook. A gerência desse sistema (não sei como lhe chamar) tratou logo de me informar que coisas terríveis vão acontecer: a Celina vai sentir a minha falta!... o Bruno vai sentir a minha falta!... o Henrique vai sentir a minha falta!... Os meus amigos todos vão chorar amargamente a minha saída deste sistema (não sei como lhe chamar). Os senhores bem que me avisaram... para o meu bem!...
E mesmo depois de perceberem que eu estava mesmo possuído e não ia voltar atrás com a minha decisão, ainda assim foram benevolentes comigo, garantindo-me que bastaria introduzir a minha senha e a minha palavra-passe antigos para poder voltar a fazer tudo como dantes.
Se eu não voltar a dar notícias nos próximos dias podem alertar as polícias e os bombeiros... Entretanto, os meus amigos todos que me perdoem tamanho desvario.
terça-feira, 23 de março de 2010
Revolução das meias
Hoje é o segundo dia consecutivo que ando propositadamente com uma meia de cada cor. O meu objectivo é a libertação progressiva da opressão das simetrias, dos acessórios a "fazer pendant", das cores que ligam e não ligam e das aparências.
Eu tenho um sonho! No meu sonho as pessoas usam peúgas nas orelhas e cuecas nos sapatos... Irmão, liberta-te da opressão!
Eu tenho um sonho! No meu sonho as pessoas usam peúgas nas orelhas e cuecas nos sapatos... Irmão, liberta-te da opressão!
Aproveitamento de água
Deixem-me lá fazer um pouco de publicidade. Achei esta ideia genialmente simples e eficaz. Além de poupar água quase que nos pede para lavarmos as mãos depois de utilizarmos a sanita, o que é bom para os esquecidos...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Manifesto automóveis pró...

...pró lixo, só pode!
Neste preciso momento estou à procura de uma (ou mais) bicicleta para utilizar no percurso casa->trabalho->casa. Na realidade, com a vida actual, penso por vezes se o percurso não é antes trabalho->casa->trabalho, tal como Marx dizia que com o capitalismo passámos de mercadoria->dinheiro->mercadoria para dinheiro->mercadoria->dinheiro, mas isso são outras cogitações...
Neste processo de pesquisa deparei-me com uma página na Internet que possui informação sobre a utilização das bicicletas no quotidiano. Achei interessantíssimo. Como é comum com tudo o que nós achamos interessantíssimo, cabecitas enviesadas estas nossas, concordo com uma data de coisas que lá são ditas. Mais do que concordo, já as senti na pele.
Andar de bicicleta no dia-a-dia pode ser algo maravilhoso. E porque é bom e porque sinto que muitas pessoas não se apercebem do quão bom pode ser, sinto também necessidade de partilhar com todos.
Algumas vantagens de utilizar a bicicleta nos transportes do dia-a-dia:
- Poupa-se dinheiro. Comparativamente com o transporte automóvel poupa-se o dinheiro do combustível, do seguro, do imposto de circulação, das manutenções e inspecções, do próprio carro;
- Poupa-se tempo. Em cidades congestionadas, como infelizmente são as nossas, é comum demorar menos tempo de bicicleta do que de automóvel ou de transporte público. Além disso também se poupa o tempo do estacionamento, do percurso entre o estacionamento e o destino, do enchimento do depósito de combustível, das manutenções, etc.;
- Evita-se o confronto com a agressividade dos outros (nossa também, pois claro) no tráfego;
- Fica-se em forma sem ter de gastar mais tempo em coisas um pouco idiotas como ginásios (que só existem precisamente porque os nossos estilos de vida não são saudáveis). Além disso também se aumenta a coordenação motora e a agilidade do organismo;
- Não é perigoso. Ao contrário do que as pessoas podem pensar acerca da segurança de andar de bicicleta, os automóveis são de facto muito mais perigosos que as bicicletas. Para o condutor e sobretudo para todos os outros que andam nas estradas e nos passeios;
- É silencioso;
- É limpo. Não implica o aumento da factura energética do país e não implica a queima directa ou indirecta de combustíveis fósseis;
- Anda-se ao ar livre e não no ar fechado do automóvel (se não é fechado é porque está a aspirar os gases de combustão do carro da frente!) ou do transporte público. Além disso pode-se apreciar verdadeiramente o que nos rodeia ao longo do trajecto: pode-se sorrir para as pessoas que passam, pode-se reparar nas flores e nas janelas e nas casas das pessoas, etc.;
- Dá-nos duas sensações de bem-estar. O bem estar das endorfinas depois do exercício e o bem estar mais psicológico de saber que estamos a fazer uma coisa bem.

O artigo é de um norte-americano chamado Paul Dorn. Diz ele:
"I commute by bike, and, for the sake of my sanity, avoid driving like the plague. The automobile is a fine thing for certain purposes, like killing wildlife, alienating people from each other, polluting and congesting urban areas, and directing huge sums of money to Exxon/Mobil and General Motors. Me, I prefer the best achievement of the Industrial Revolution, the humble velocipede."
Outras citações do e no artigo:
- "In a society like ours--where more money is spent advertising automobiles than is spent on the entire national mass transit system, where everyone's background assumption equates travel with driving--it isn't easy to make the shift to bicycle commuting"
- "The automobile has not merely taken over the street, it has dissolved the living tissue of the city. Its appetite for space is absolutely insatiable; moving and parked, it devours urban land, leaving the buildings as mere islands of habitable space in a sea of dangerous and ugly traffic." (James Marston Fitch, New York Times, May 1, 1960)
- "Driving a car versus riding a bike is on par with watching television rather than living your own life." (Bruce MacAlister, Calgary cyclist)
- "...the bicycle is generally considered a toy, a recreational device, or as exercise equipment. Something you load on top of your car, like skis or a surfboard, and travel to some remote area to "play." That's why bike shops are filled with mountain bikes. They thrive on selling the "sport" of cycling. Travel they leave to other vehicle retailers, i.e. auto dealerships. This is a big mistake."
- "This is the basis of car culture, the idea that the world and all of the world's people are merely in its way." (Travis Hugh Culley)
- "Those who wish to control their own lives and move beyond existence as mere clients and consumers--those people ride a bike." (Wolfgang Sachs, For Love of the Automobile, UC Press, 1992)
- "Bicycling is safe. Sedentary couch potato lifestyles kill far, far more Americans than pedaling"
terça-feira, 16 de março de 2010
Os espelhos...
onde podemos rever um pouco do que somos são tramados. Eu gostei muito deste. Para ver e ouvir com atenção:
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Dívidas e assim...
Numa altura em que anda toda a gente em pulgas por causa das dívidas, resolvi investigar. De acordo com os dados da CIA (e vamos lá acreditar que são válidos, mesmo que possam bem não ser...), temos o seguinte:
Portanto, se bem entendo, todos os países e todos os estados (mais coisa menos coisa) estão a dever, certo? O que não deixa de ser um pouco estranho... Quando alguém deve, há outro que tem a haver, certo? E no final deve e haver devem equilibrar-se, certo?
Mas afinal, onde é que está o equilíbrio? Se todos devem, devem a quem?...
Que história tão mal contada...
Para conhecer melhor o mundo:
Relatório de desenvolvimento humano da ONU
Já agora, alguns números sobre desigualdades económicas (página 195). Vai uma comparação do coeficiente de Gini entre Portugal e os outros países? O coeficiente de Gini varia entre 0 e 100 e mede a desigualdade na distribuição dos rendimentos. 0 quando todos ganham o mesmo. 100 quando apenas uma pessoa ganha o rendimento todo da economia do país. Portanto, quanto mais baixo o coeficiente, melhor. Conclusão da comparação: até no Bahrain estão melhor que nós!
Já agora, alguns números sobre a população. Se forem lá ao quadro da população (página 191 e seguintes) constatarão que de facto é mesmo necessário produzir bebés (ironizo). A população portuguesa nunca foi tão elevada como é hoje. A população mundial nunca foi tão elevada como é hoje. E as perspectivas de crescimento deviam fazer-nos pensar:
5291 milhões em 1990,
6671 milhões em 2007,
7674 milhões previsão para 2020 (daqui a 10 anos apenas).
Ai Jesus que nos estamos a deixar morrer!... Vamos já fazer bebés!...
As irresponsabilidades do bicho humano! :)
Portanto, se bem entendo, todos os países e todos os estados (mais coisa menos coisa) estão a dever, certo? O que não deixa de ser um pouco estranho... Quando alguém deve, há outro que tem a haver, certo? E no final deve e haver devem equilibrar-se, certo?
Mas afinal, onde é que está o equilíbrio? Se todos devem, devem a quem?...
Que história tão mal contada...
Para conhecer melhor o mundo:
Relatório de desenvolvimento humano da ONU
Já agora, alguns números sobre desigualdades económicas (página 195). Vai uma comparação do coeficiente de Gini entre Portugal e os outros países? O coeficiente de Gini varia entre 0 e 100 e mede a desigualdade na distribuição dos rendimentos. 0 quando todos ganham o mesmo. 100 quando apenas uma pessoa ganha o rendimento todo da economia do país. Portanto, quanto mais baixo o coeficiente, melhor. Conclusão da comparação: até no Bahrain estão melhor que nós!
Já agora, alguns números sobre a população. Se forem lá ao quadro da população (página 191 e seguintes) constatarão que de facto é mesmo necessário produzir bebés (ironizo). A população portuguesa nunca foi tão elevada como é hoje. A população mundial nunca foi tão elevada como é hoje. E as perspectivas de crescimento deviam fazer-nos pensar:
5291 milhões em 1990,
6671 milhões em 2007,
7674 milhões previsão para 2020 (daqui a 10 anos apenas).
Ai Jesus que nos estamos a deixar morrer!... Vamos já fazer bebés!...
As irresponsabilidades do bicho humano! :)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Kidzania...
terça-feira, 23 de junho de 2009
Rabih Abou Khalil

Este fim-de-semana tive a oportunidade de assistir a uma actuação deste artista e dos artistas que o acompanham. A fusão mais surpreendente que já tive oportunidade de ouver. (Relembro que para mim a fusão não é um atributo positivo nem negativo - a música não é melhor só porque é misturada...) Ouçam vocês também e vejam o que sentem. Podem começar no myspace.
Quanto mais se sabe mais se gosta!

(Esta imagem e o pequeno excerto que lhe segue foram retiradas do blog "De Rerum Natura", um blog muito dinâmico maioritariamente dedicado a coisas de ciência e que eu aconselho vivamente (utilizem a subscrição de mensagens))
Juan Luís Arsuaga do texto com o mesmo título inserto no livrinho "El Naturalista en su Sillón" (Temas de Hoy, 2009) sobre a beleza do mundo natural:
"Acusam-nos a nós, cientistas, de sermos secos e insensíveis porque buscamos explicações para as maravilhas da Natureza, incluindo o homem, em vez de nos extasiarmos diante delas e respeitar os seus mistérios. Esquecem-se duas coisas. A primeira é que não deixamos de desfrutar as produções da mente humana, as quais, ainda que tenham uma base biológica, jamais deixarão de ser verdadeiras criações, impossíveis de ser reduzidas a números. E esquece-se também que a ignorância não torna o mundo mais belo, antes pelo contrário. Sucede o mesmo com a música, a literatura e arte em geral. Quanto melhor se conhece, mais se desfruta."
-------
Já o Richard Feynman dizia a mesma coisa... E sinceramente, isto das citações é apenas uma treta nossa e que resulta da nossa falta de conhecimento. Por que é que se cita? Por que é que se diz "esta ideia pertence a esta pessoa" em vez de dizer "esta pessoa pertence a esta ideia"? Porque certamente já muitas e muitas pessoas antes destas tiveram as mesmas ideias... nós é que não sabemos! Mas adiante, deixemos estes devaneios e voltemos às ideias.
Quanto melhor se conhece, mais se desfruta. Já está. Promulgue-se, publique-se, aplique-se.
E você: conhece o fluviário de Mora?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Não somos educados para a criatividade, mas para fora dela
Quem me enviou isto foi a Mariana Topa. O inglês, embora bom, é muito rápido, pelo que resolvi escrever aqui aquelas que penso serem as ideias fundamentais:
- As crianças que começam a escola este ano só se reformam em 2065. Nós, nem com uma resma de especialistas conseguimos saber como será o mundo daqui a 5 anos, e supostamente estamos a educar essas crianças para prepará-las para esse futuro.
- A criatividade é tão importante que deve ser tratada com o mesmo estatuto que a literacia.
- As crianças arriscam, mesmo quando não sabem, porque não têm medo de errar.
- Se não se está preparado para errar nunca se pode ser original.
- Pela altura em que as crianças chegam à idade adulta já perderam a criatividade porque passaram a ter medo de errar.
- Nas empresas e nos sistemas de educação nacionais os erros são o pior que pode acontecer a uma pessoa, pelo que acabamos por educar as crianças a perder essa criatividade.
- Picasso disse que todas as crianças nascem artistas; o difícil é manterem-se artistas à medida que crescem.
- Nós não somos educados para a criatividade, antes somos educados para fora dela.
- Se fôssemos alienígenas e perguntássemos para que serve o sistema de ensino poderíamos dizer que serve para criar professores universitários.
- Os nossos sistemas de educação nacionais surgiram para suprir as necessidades da industrialização. E isso implica duas coisas: as disciplinas mais úteis para o trabalho vêm em cima (e por isso as pessoas desistem de coisas de que gostam porque não 'dão' trabalho); a habilidade académica domina o conceito de inteligência, como resultado de um sistema construído à imagem dos sistemas universitários - todo o sistema de ensino é como se fosse uma grande prova de ingresso à universidade.
- A inteligência é diversa, dinâmica e interactiva.
- A única esperança para o futuro é adoptarmos um novo conceito de ecologia humana no qual reavaliamos e reconstituímos a concepção de riqueza das capacidades humanas.
- Se todos os insectos desaparecessem da Terra, toda a vida na Terra acabaria em 50 anos. Se todos os seres humanos desaparecessem da Terra, todas as formas de vida floresceriam em 50 anos.
- Nós temos de ter cuidado para usar a criatividade com sabedoria e evitar os piores cenários. A única maneira de o fazermos é vermos a riqueza que é a nossa capacidade criativa e vermos a esperança que são as nossas crianças. A nossa tarefa é a de educar todo o seu ser, de forma integral, para esse futuro. E nós podemos não ver esse futuro, mas elas verão. O nosso trabalho é ajudá-las a fazer algo com ele.
Ukulele Orchestra of Great Britain
Fiquei a saber da existência deste grupo de cantores e tocadores de ukulele através do Vasco. "Ukulele" pelos vistos é um instrumento que deriva do cavaquinho português e que foi desenvolvido no Hawai nos finais do século XIX por imigrantes originários de Portugal (continental e Madeira). O grupo toca tudo e mais alguma coisa... vale a pena procurar no 'youtube'.
Quanto a esta música, é o tema principal da banda sonora do filme "o bom, o mau e o vilão", composto por Ennio Morricone em 1966.
Quanto a esta música, é o tema principal da banda sonora do filme "o bom, o mau e o vilão", composto por Ennio Morricone em 1966.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Sobre o código do trabalho...
Um pouco de campanha do PCTP-MRPP. Não posso falar relativamente ao partido, que não conheço, mas a realidade é que quando ouço o Garcia Pereira a espingardar, tendo a concordar com ele, e tendo a reparar que não costuma encontrar respostas à altura...
Nestes vídeos que se seguem também não vão poder reparar em respostas à altura, porque a coisa foi meticulosamente tratada para que o Garcia brilhasse. De qualquer forma, concordo com o que é dito. E vocês?
Nestes vídeos que se seguem também não vão poder reparar em respostas à altura, porque a coisa foi meticulosamente tratada para que o Garcia brilhasse. De qualquer forma, concordo com o que é dito. E vocês?
domingo, 24 de maio de 2009
Descobri o meu bolinhas!!
(Acabei agora de procurar fotos dele, para ficarem com uma noção de como era, e sobretudo das lindas pinturas que carregava, mas não encontrei. Elas existir, existem... só não estão comigo.)
Petição contra monóxido de di-hidrogénio
Depois de rirem com isto, pensem no lado sério da questão. É verdade que a humanidade continua a desequilibrar, pôr em risco e mesmo eliminar ecossistemas por esse mundo fora. É verdade que a extinção de espécies continua. E é verdade que é necessário agir relativamente a isso (e a muitas outras coisas...). Mas agir sem pensar é meio caminho andado para dar tiros nos próprios pés.
Neste vídeo não houve mentiras nem ocultações da verdade. Houve simplesmente falta de informação e falta de cuidado das pessoas. Mas reparem que as coisas "verdes", "ecológicas" e "ambientais" são uma enorme fonte de rendimentos. E onde há uma oportunidade para fazer dinheiro há sempre pelo menos um oportunista a fazê-lo. E aí sim, haverá ocultação de verdade e até mesmo mentiras em abundância. Poderia citar imensos exemplos. Vejam só este: "a poderosa acção da onda energética dos raios infravermelhos da Okoball Pink quebra as combinações de hidrogénio da molécula de água em pequenos aglomerados...". Isto nem sequer merece comentário.
Não se fiem em ajudas sem sacrifícios. E muitas vezes o sacrifício é simplesmente querer saber.
domingo, 17 de maio de 2009
Programa das festas...
22 Maio - Cineteatro de Estarreja, 22:00 - "Homens da luta"
23 Maio - Passeio pelo Porto com Hélder Pacheco - 14:30 - Freguesia de Bonfim
23 Maio - Stacey Kent, jazz, auditório da FEUP - 22:00
24 Maio - "Rota das bétulas" - percurso pedestre em São Pedro do Sul, 08:45, 11 km, inscrições 3€, desporto@cm-spsul.pt, até 21 Maio às 17:00.
26 Maio - Orquestra de jazz da Esmae, auditório da FEUP - 18:30
29 Maio - Espaço Celeiros, Évora - 22:30 - "Tarantelle Abusive" - concerto de música folk de Itália e Europa
30 Maio - Festa da Cereja, Resende (Mandrágora às 21:30)
30 Maio - Passeio pelo Porto com Hélder Pacheco - 14:30 - Freguesia de Campanhã
31 Maio - Festa da Cereja, Resende (Uxu Kalhus às 15:30)
18 a 20 Junho - Évora - "Tocar de ouvido"
23 Maio - Passeio pelo Porto com Hélder Pacheco - 14:30 - Freguesia de Bonfim
23 Maio - Stacey Kent, jazz, auditório da FEUP - 22:00
24 Maio - "Rota das bétulas" - percurso pedestre em São Pedro do Sul, 08:45, 11 km, inscrições 3€, desporto@cm-spsul.pt, até 21 Maio às 17:00.
26 Maio - Orquestra de jazz da Esmae, auditório da FEUP - 18:30
29 Maio - Espaço Celeiros, Évora - 22:30 - "Tarantelle Abusive" - concerto de música folk de Itália e Europa
30 Maio - Festa da Cereja, Resende (Mandrágora às 21:30)
30 Maio - Passeio pelo Porto com Hélder Pacheco - 14:30 - Freguesia de Campanhã
31 Maio - Festa da Cereja, Resende (Uxu Kalhus às 15:30)
18 a 20 Junho - Évora - "Tocar de ouvido"
terça-feira, 12 de maio de 2009
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